A aurora, que pode ocorrer tanto no hemisfério boreal como
no hemisfério austral, são fenômenos visuais, composto de um brilho intenso no céu,
que se manifesta nas regiões polares de nosso planeta. Ocorre normalmente, no
período noturno ou final de tarde, nas épocas de setembro a outubro e de março
a abril e podem ser visualizadas a olho.
É, basicamente, o contato dos ventos solares com o campo magnético
do planeta Terra. A Aurora Polar da Terra é desencadeada pela manifestação de
elétrons portadores de uma carga energética somados a prótons e partículas alfa, e a luz emerge justamente quando eles se chocam com os átomos
do espaço no qual respiramos, principalmente com fragmentos de oxigênio e nitrogenio,
normalmente em altitudes que variam entre 80 e 150 km . Processa-se então um
fenômeno de ionização,
dissociação e estimulação de partículas.
A aurora boreal pode aparecer em vários formatos: pontos
luminosos, faixas no sentido horizontal ou circular. Porém, aparecem sempre
alinhados ao campo magnético terrestre. As cores podem variar muito como, por
exemplo, vermelha, laranja, azul, verde e amarela. Muitas vezes aparecem em
várias cores ao mesmo tempo.
O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também
observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus.
Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza,
sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.


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